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18 dezembro 2015

Gestão Ambiental e Responsabilidade Social - Tratamento de Resíduos Químicos Perigosos



Atividade proposta: métodos mais empregados para disposição e tratamento dos resíduos químicos perigosos, dentre os quais se incluem: os aterros de armazenamento, as lagoas superficiais, o armazenamento em formações geológicas subterrâneas e as injeções em poços.

Resíduos Químicos Perigosos

Uma vez que nem massa, nem energia, podem ser criadas, apenas transformadas, quando o ser humano modifica os elementos do espaço em que habita, cria resíduos. Estes resíduos, quando não reutilizados, precisam ser acondicionados de forma a não prejudicar a população humana, animal e os ecossistemas. Neste momento nosso planeta vive um desequilíbrio, uma vez que, devido ao aumento populacional, entre outros, a demanda de resíduos produzidos, é maior do que a capacidade da natureza de reabsorção dos mesmos.

Logo, a necessidade de acondicionamento adequado se torna de vital importância, o que nos leva ao tema proposto: os Resíduos Químicos Perigosos, ou Resíduos Classe I.

Os aterros de armazenamento, lagoas superficiais, o armazenamento em formações geológicas subterrâneas e as injeções em poços, são potencialmente perigosos para os lençóis freáticos, tornando a adoção destes métodos inviáveis, dependendo da classificação do resíduo. Os tambores podem sofrer um processo de deterioração, facilitando que estes resíduos sejam liberados para o meio ambiente, portanto também não são recomendados.

Tratamento de Resíduos Classe I: devem ser acondicionados de acordo com as devidas regras, estipuladas por Lei¹. Objetiva transformar estes Resíduos Perigosos em material reutilizável, reciclado, ou menos perigoso. Estes tratamentos podem ser físico-químico, biológico, ou químico.

Tratamento Físico-químico: provoca a separação da solução aquosa, tornando o resíduo sólido eventualmente reutilizável, como por exemplo a recuperação de solventes.

Tratamento biológico: são utilizados iodo ativado e filtros biológicos. Consegue alcançar taxas de remoção de 60% de periculosidade, cada metodologia é adaptada para uma situação em particular, existem controvérsias a respeito, mas e engenharia genética tem contribuído para que este tipo de tratamento seja utilizado.

Tratamento químico: utiliza a remoção de metais pesados, neutralização de ácidos entre outros e inclusive a incineração em alguns casos.

Edna Molina
out/2015


Bibliografia:
"BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental: O desafio do desenvolvimento Sustentável. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005"



6 comentários:

  1. Muito boa explicação! Obrigada.

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  2. Prezada Anônima, que bom que gostou. Obrigada pelo comentário e pela visita. :)

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  3. Edna muito obrigada, me ajudou bastante
    Marcela Mara

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  4. Oi Marcela, tudo bom? Fico feliz que tenha aproveitado o material! Obrigada pelo comentário e pela sua visita. Bjus

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  5. Muito bom o material Edna. Trabalho em uma empresa ambiental, que possui aterros sanitários Classe I e II e o seu material ajudou muito a entender o processo e explicá-lo para fornecedores e clientes.

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  6. Puxa Reginaldo, que bacana isso! Gosto muito desta área, talvez algum dia faça um curso, para aprofundamento. Obrigada pela visita e comentário! Bom trabalho! :)

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